Virada Cultural Paulista 2017 – confira a programação do evento pelo estado

Nos meses de maio e junho acontece a Virada Cultural Paulista 2017 em mais de 20 cidades do estado.
Confira destaques do evento (Imagens: @omelhordaculturasp):

13 e 14 de maio

20 e 21 de maio

27 e 28 de maio

03e 04 de junho

1 Comentário

  1. VIRDA CULTURAL PAULISTA 2017
    ATÉ HOJE OS ORGANIZADORES DESTA BOA INTENÇÃO NÃO CONSEGUIRAM VIRAR EM NADA! PELO CONTRÁRIO, CONTINUAM RESTRINGINDO A CULTURA À MÙSICA, À DANÇA, AO TEATRO, AO CINEMA E À OUTRAS DIVERSÕES; PERPETUANDO A IGNORÂNCIA, PORQUE IGNORAM OS ENSINAMENTOS DE JESUS CRISTO E O SENTIDO DA VIDA! ATÉ QUANDO REJEITARÃO O CONHECIMENTO DOS ESPÍRITOS SUPERIORES? CHEGA DE SOFRÊNCIA…

    RAZÃO DE VIVER

    Muitas pessoas erguem-se pela manhã acreditando não existir qualquer sentido para despertarem.
    Dormem sem nenhum objetivo e acordam do mesmo modo, transformando o dia a dia, em uma experiência insossa ou vazia.
    Vagam pelas ruas, sem destino certo, à mercê do que lhes aconteça no curso do dia.
    Levam uma vida sem direção, desvalorizando o tempo e a oportunidade de estarem reencarnados.
    Deixam-se levar pelos ventos do acaso.
    Não veem significado em família, em amigos, nem em trabalho.
    Quando se estabelece esse estado d’alma, a pessoa corre o risco de ser tragada pelo aguaceiro das circunstâncias, sem quaisquer resistências morais para enfrentar as dificuldades.
    Com certeza, não é o melhor modo de se viver.
    É urgente que nos possamos sentir como peças importantes nas engrenagens da vida.
    É necessário que tomemos gradual consciência quanto ao nosso exato papel frente às leis de Deus.
    Seria muito belo se cada pessoa – principalmente as que não veem sentido para a própria vida – resolvessem se perguntar: O que posso fazer em prol do mundo onde estou?
    Para que, afinal, é que eu vivo?
    Para quem é que eu vivo?
    Dificilmente não achará respostas valiosas, caso esteja, de fato, imbuída da vontade de conferir um sentido para sua existência.
    Cada um de nós, quando se encontra nas pelejas do mundo terreno, pode viver para atender, para cuidar de alguém ou de alguma coisa, dando valor às suas horas.
    É importante dar sentido à vida.
    É importante viver por algo ou por alguém.
    Dedique-se a um ser que lhe seja querido, que lhe sensibilize a alma, e passe a viver em homenagem a ele, ou a eles, se forem vários.
    Dedique-se a uma causa que lhe pareça significativa para o bem geral, e passe a viver em cooperação com ela.
    Dedique-se a cuidar de plantas, de animais, do ambiente.
    Apoie-se em algum projeto justo, desde que voltado para as fontes do bem, pois isso alimentará o seu íntimo.
    Assim seus passos na Terra não serão a esmo, ao azar.
    Quando se encontram razões para viver, passa-se a respeitar e a honrar as bênçãos da existência terrestre.
    Cada momento se converte em oportunidade valiosa para crescer e progredir.
    A vida na Terra não precisa ser um campo de concentração a impor-lhe tormentos a cada hora.
    Se você quiser, ela será um jardim de flores ou um pomar de saborosos frutos, após a sementeira responsável e cuidadosa que você fizer.
    Dedique-se a isso.
    Empreste sentido e beleza a cada um dos seus dias terrenos.
    Liberte-se desse amortecimento da alma que produz indiferença.
    Sinta que, apesar de todos os problemas e dificuldades que se abatem sobre a Humanidade, a chuva continua a beijar a face do mundo e um sol magnífico segue iluminando e garantindo a vida em todo lugar.
    Isso porque, todos nós somos alvos da dedicação de Deus.
    * * *
    O tempo é uma dádiva que Deus nos oferece sem que o possamos reter.
    Utilizá-lo de forma responsável e útil é dever que nos cabe a todos.
    Dê sentido às suas horas, aos seus dias, e assim, por consequência, a toda a sua vida.

    Redação do Momento Espírita, com base no cap. 25, do livro Para uso
    diário, pelo Espírito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.
    Em 2.1.2013
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    FORMATAÇÃO E PESQUISA: MILTER – 20-03-2016

    VALE A PENA VIVER

    Inglesa de 75 anos põe fim a vida em uma clínica especializada em suicídios assistidos, na Suíça , por não desejar chegar à velhice . A notícia, amplamente divulgada ao redor do mundo, vem levantando debates acerca do tema.
    Depois de vários anos tratando de idosos, a enfermeira inglesa G.P. decidiu colocar um ponto final na sua vida . Plenamente saudável , apenas não queria vir a ser um problema para os dois filhos, nem passar pela decrepitude comum na velhice, como deixou escrito.
    A antiga enfermeira , que trabalhou vários anos na área de cuidados paliativos e escreveu dois livros sobre a melhor forma de cuidar de idosos, também não queria vir a receber cuidados de um estranho , mesmo que profissional. Por isso , escolheu uma clínica suíça que faz suicídio assistido e, plenamente consciente do seu ato , concretizou a sua decisão . Seu companheiro – com quem vivia há 25 anos- a apoiou , pois sabia que a ideia de não se submeter às dificuldades da senilidade fora acalentada por mais de duas décadas. A filha , ao contrário, era a que mais lutava contra a deliberação da mãe .

    Ela mantinha um BLOG e na última postagem fez uma longa declaração acerca dos seus motivos. Todos muito racionais: a vida é boa até os 70 anos, depois começam as limitações , tais como ir ao shopping , cultivar o jardim, preparar jantares para os amigos, viajar …” Eu não acho que a velhice é divertida . Ela não vai começar a ficar melhor . Eu percebi que as pessoas envelhecem por dentro e por fora “. E mais : ” filhos que precisam tomar conta de pais idosos ficam tolhidos nas suas atividades de lazer”. ” O pensamento de que eu possa precisar da ajuda de meus filhos me apavora . Sei que muitas pessoas velhas esperam , até mesmo exigem , a ajuda de seus filhos , mas eu acho que esta é uma visão muito egoísta e irracional”. Em relação aos amigos e a família , declarou preferir ser lembrada como era atualmente do que envelhecida. Afirmou , ainda, não estar se lamuriando de nada nem tão pouco deprimida”. ” Vivi bem até aqui : uma vida completa e feliz”
    Chama a atenção no seu depoimento a total descrença em Deus . Seu olhar se restringe exclusivamente à vida material . E talvez seja este o ponto crucial de toda essa história.
    Sabemos que a visão materialista da vida pode levar a raciocínios desse tipo . Sem noção da imortalidade da alma , o ser não consegue ver nada além da presente existência .Tudo se resume ao mundo material. Negando a assistência divina e todas as implicações daí decorrentes. Supondo que tudo acaba com a morte do corpo , ignora as consequências espirituais que tal ato pode acarretar .
    Aqueles , no entanto, que creem haver continuidade da vida no mundo espiritual , utilizam outros parâmetros ao analisar as consequências inerentes à velhice. Ancorados nos preceitos evangélicos que relacionam os sofrimentos terrenos às bem- aventuranças no Mundo Maior- ” bem aventurados os que choram porque serão consolados “, e esclarecidos quanto às leis divinas , aceitam como natural o envelhecimento e a dependência que muitas vezes os acompanham.

    Nas famílias onde reina o amor entre seus membros, filhos cuidam dos seus pais idosos sem que isto constitua um fardo , um sacrifício . Ao contrário, encaram a tarefa como uma oportunidade de servir , de retribuir todos os cuidados recebidos desde a infância. Talvez seja este o sentimento alimentado pela filha da referida mulher , que não concordava com a atitude tomada pela mãe.
    O mais preocupante neste caso é saber que aumenta , ano a ano , o número de pessoas que procuram o suicídio assistido como forma de superar dificuldades, quer físicas, quer morais, quer materiais. São aquelas que não conseguem ter uma visão do ser humano englobando espírito e matéria e ignoram que, diante da justiça divina , somos responsáveis pelos próprios atos.
    No livro- O céu e o inferno- de Allan Kardec- vemos a situação lamentável em que se encontram os Espíritos provindos do suicídio.
    Educar a criança à luz da Doutrina Espírita é, sem dúvida, uma forma de contribuir na diminuição de equívocos como esse aqui relatado . É, principalmente , um meio seguro para se entender o sentido da vida e compreender que vale a pena viver. Sempre!

    Artigo de Lúcia Moysés . Publicado em setembro de 2015 no jornal Correio Espírita.

    Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/artigos-espiritas/vale-a-pena-viver/#ixzz3lixmaLPN

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