Ricardo Koctus lança novo clipe em Stop Motion
January 12, 2010 by Mari Valadares
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O cantor Ricardo Koctus lançou o clipe da canção ”Seja O Que For”, faixa que está no seu primeiro disco solo, lançado ano passado. Com direção, produção, fotografia do próprio cantor, Ricardo usou a técnica Stop Motion para montar o clipe. Essa técnica simula movimento de fotografias diferentes, dispostas em sequência, de um mesmo objeto inanimado. Assista ao clipe da canção ”Seja O Que For”:
Entrevista com a cantora Fernanda Takai
August 23, 2009 by Mari Valadares
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A vocalista da banda mineira Pato Fu, Fernanda Takai, arrumou um tempo em sua corrida agenda para responder algumas perguntas sobre seu trabalho para o Poucas e Boas da Mari. Fernanda acaba de lançar o DVD e CD “Luz Negra”, que é um registro de seu primeiro disco solo, “Onde Brilhem Os Olhos Seus”, trabalho em homenagem à cantora Nara Leão. Luz Negra vai além do repertório de Nara e inclui canções de Michael Jackson, Duran Duran, Eurythmics, entre outros. Leia a entrevista com Fernanda Takai:
01. Fernanda, você acaba de lançar o DVD e CD “Luz Negra”, que é um registro de seu primeiro disco solo, “Onde Brilhem Os Olhos Seus”, trabalho em homenagem à cantora Nara Leão. Porém, “Luz Negra” vai além do repertório de Nara. A ideia de incluir outras canções foi para não ter seu trabalho solo ligado apenas à imagem de Nara?
Quando eu fui montar o show, vi que se tocasse o álbum inteiro, ainda ficaria curto demais. Resolvi então colocar outras memórias musicais de universos diferentes. Essa minha carreira solo teve como papel me apresentar mais como intérprete. O meu repertório autoral tenho desaguado no Pato Fu mesmo. Assim foi bacana porque pude escancarar parte importante de meu DNA musical no show que agora virou DVD e CD ao vivo.
02. O repertório de “Luz Negra” está bem eclético, com músicas de Michael Jackson, Duran Duran, Eurythmics, Roberto Menescal, Pinduca… De início pensei que ficaria estranho juntar músicas tão diferentes, mas quando escutei o trabalho minha visão mudou completamente. Você chegou a pensar que esse tipo de situação poderia ocorrer?
Esse é o tipo de risco que gosto de correr. Colocar lado a lado, misturar, recortar reinventar, elementos que muita gente conhece e nunca pensou que pudesse render bem juntos. Desde a estreia do show em março de 2008 o repertório praticamente não se modificou. As plateias gostaram do resultado. E eu mais ainda!
03. Em uma entrevista para o site Poucas e Boas da Mari, o baixista do Pato Fu, o Ricardo Koctus, disse que ele crê “que dentro das bandas cada artista tem sua necessidade e em algum momento quer experimentar novos rumos, maneiras diferentes de trabalhar.” Seu primeiro trabalho solo “nasceu” de uma necessidade?
O meu disco solo nasceu de um convite do Nelson Motta. Ele intuiu que era o momento de eu me mostrar cantando outro repertório, como o da Nara. Achava que tínhamos muita afinidade e também havia um público que não ouve muito esse mundo pop de onde venho, que simplesmente nunca tinha parado pra me ouvir cantar. E olha que tenho 17 anos de carreira…
04. “Onde BrilhEm os Olhos Seus” foi uma ideia do produtor Nelson Motta. Quando vocês conversaram sobre o assunto, o que chamou mais sua atenção no projeto para lançar um disco apenas com músicas de Nara?
Achei inusitado uma pessoa como ele que tem uma história longa e já trabalhou com os maiores artistas do país, ter vontade de fazer algo com uma pessoa como eu. Ele tem mesmo uma faísca artística e uma vontade de sempre olhar pra música com um cuidado todo especial.
05. O Pato Fu tem uma característica única. E essa característica pode ser sentida nesse disco em homenagem a Nara, tanto em sua interpretação, como na produção do John. Arriscaria algo diferente, Fernanda?
Arriscaria sim, mas não sinto necessidade por enquanto. Acho que a sonoridade da minha banda e a produção musical do John que é cada vez mais versátil, me deixa muito à vontade como cantora e compositora. Eu também não sei cantar de outro jeito…
06. Dentre suas “multifunções”, o Pato Fu é uma prioridade?
A banda é o meu primeiro projeto, mas o mercado é quem demanda a nossa atividade. Mesmo que eu queira fazer mais shows com o Pato Fu, pode ser que o momento seja mais pro meu espetáculo solo. Não se tem muito controle disso… No último ano tive mais trabalho por conta do meu álbum do que com a banda. O mais importante é que eu dou atenção a tudo. Não deixei em nenhum momento minhas responsabilidades com o Pato Fu. Estou sempre disponível, minha agenda é aberta.
07. Quais serão os próximos projetos?
Sigo com minha turnê até o fim de janeiro de 2010. O Pato Fu vai se reunir no fim de setembro de 2009 pra produzir o décimo álbum da carreira que deve sair no começo do ano que vem. Sigo escrevendo minha coluna pro Estado de Minas e pro Correio Braziliense, cuidando do meu site, turnê e inúmeras entrevistas pra divulgar o novo DVD. Ainda tenho minha filha de quase 6 anos pra cuidar, cachorro, casa… Isso tudo do cotidiano já ocupa um tempão e é uma coisa muito importante a longo prazo. Meu projeto de família segue sempre!
08. Uma mensagem para os frequentadores do site Poucas e Boas da Mari.
Visitem www.fernandatakai.com.br! Lá vocês podem acompanhar tudo o que venho fazendo por aí. Obrigada pela oportunidade de contar um pouco mais sobre a minha carreira e esse meu lançamento: Luz Negra.
Fotos: Reprodução
Quer ter a entrevista da Fernanda Takai em seus arquivos? Clique aqui entrevista-com-fernanda-takai (para abrir o arquivo .pdf precisa ter o programa Adobe Reader – Imprima se necessário, preserve o meio ambiente)
Ricardo Koctus e The Lovers no Estúdio B em BH
July 6, 2009 by Mari Valadares
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Ricardo Koctus lança seu cd solo no Sesc Pompeia
June 23, 2009 by Mari Valadares
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Ricardo Koctus se apresenta como Dj em BH
June 4, 2009 by Mari Valadares
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Entrevista com Gustavo Lago, vocalista da banda Rocknova
May 19, 2009 by Mari Valadares
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O site Poucas e Boas da Mari entrevista Gustavo Lago, vocalista da banda mineira Rocknova. Formada por Gustavo, Borba (guitarra), Xerllez (baixo) e Nenel (bateria), a Rocknova está a pouco menos de dois anos na estrada, mas com maturidade musical de bandas de longa data. O quarteto se destacou no maior festival integrado de música do mundo, o “Grito Rock” de 2009 e foi selecionada para um dos principais projetos de música independente do Brasil, o “Conexão Vivo”, também deste ano. Gustavo fala sobre essas conquistas e muito mais nessa entrevista. Leia na íntegra a conversa com Gustavo Lago:
01. A banda Rocknova foi criada recentemente. Começo a entrevista com uma pergunta clássica, como se deu a formação de vocês?
A pouco menos de dois anos atrás, por iniciativa do Borba (guitarrista) e do Xerllez (baixista), surgiu a ideia de formar a banda. Eu e o Nenel (baterista) fomos convidados, então, a fazer parte do projeto. Desde a formação a banda tem como foco um trabalho autoral e, depois de um ano, dedicando muito tempo às nossas composições, lançamos o nosso primeiro CD, em outubro de 2008. Agora estamos trabalhando na divulgação desse projeto que está sendo muito bem recebido, e estamos bastante satisfeitos de poder colher os frutos de um trabalho que levamos com afinco durante todo esse tempo.
02. Brincando com o sentido do nome da banda. Rocknova é a junção da palavra rock com outra que significa novidade. Essa é a intenção de vocês: uma banda de rock que é novidade, que traz sempre uma surpresa?
Acho o trabalho do Rocknova bastante despretensioso. As composições e os arranjos foram sendo criados da forma como nos soava melhor. Nunca quisemos dar ao nosso trabalho uma definição especifica sonora. Não nos preocupamos em buscar estilos que agradasse a um público “x” ou “y”, mais “alternativo” ou mais “popular”. Não tentamos soar como bandas consagradas que temos como referência, assim como nunca nos preocupamos em fazer algo que jamais tivesse sido feito. As composições foram surgindo, e sendo trabalhadas de maneira bastante natural e, é claro, que influências pela bagagem musical que trazemos conosco. Acho que o resultado final disso, de fato, tem muito a ver com as novas tendências do rock mundial, afinal de contas somos, a cada dia, influenciados por tudo o que nos rodeia. Agrada-me saber que o nome “Rocknova” remete a uma interpretação como o “novo rock”. Acho que essa pode ser uma boa tentativa de explicar o significado do termo.
03. “Rocknova” é o nome do cd de estreia da banda, lançado em outubro de 2008. O álbum reúne dez canções autorais. O que vocês quiseram mostrar nesse trabalho?
Como eu disse, acho o trabalho do Rocknova bem despretensioso. Como músicos, a nossa intenção foi de mostrar as nossas músicas. Nunca quisemos levantar nenhum tipo de bandeira querendo fazer com que o trabalho tivesse um caráter mais “popular” ou “alternativo”. Tocamos de maneira que as músicas tivessem a nossa própria cara e buscamos ser fiéis às coisas que nos fizeram compô-las: aos sentimentos e idéias de onde elas advieram.
04. A banda se destacou no maior festival integrado de música do mundo, o “Grito Rock” de 2009 e foi selecionada para um dos principais projetos de música independente do Brasil, o “Conexão Vivo”, também deste ano. O que essas conquistas representam para a Rocknova?
Essas conquistas são alguns dos frutos que estamos colhendo do esforço que plantamos. É o reconhecimento da seriedade e do trabalho incessante que dedicamos à banda, desde a sua formação, em 2007. Os festivais são uma boa oportunidade para a banda adquirir uma maior visibilidade e, com certeza, isso só tem a acrescentar ao nosso trabalho.
05. Vocês idealizaram o projeto “Fórmula Indie”, um festival que dá espaço aos artistas independentes de todas as áreas. Como surgiu a ideia de criar esse projeto? Vocês acham que a indústria da música no Brasil obriga os artistas a se ajudarem?
Acredito que o trabalho do artista, nos dias de hoje, tem que ir além da produção de suas obras. A dificuldade de encontrar investidores na arte faz com que os artistas tenham que criar mecanismos de divulgação por conta própria. O “Fórmula Indie” é a nossa tentativa. Idealizamos um espaço onde vários artista poderiam se unir para mostrar seus trabalhos e de fato isso aconteceu. Ele teve três edições no ano passado, e nós pudemos contar com o apoio de vários músicos participantes como, por exemplo, Ricardo Koctus, do Pato Fu, que está lançando seu projeto solo de maneira independente. Contamos, também, como a presença de Leonardo Marques, do Transmissor; do Sânzio Brandão, do Calix; do Boxexa, que era do Cartoon, e vários outros. Além de música, também houve apresentações de artistas plásticos, pintores e fotógrafos, possibilitando que pudessem expor suas obras. O artista hoje tem que ter iniciativa. Temos que preencher as lacunas que impossibilitam o andamento do artista, achando soluções para viabilizar os trabalhos e acho que a união desses artistas é louvável. Não gosto de pensar que esta necessidade de se apoiar advenha apenas de uma obrigação imposta pela indústria brasileira. Mas se foi, que bom que isso aconteceu. Se, de fato, isso não acontecia antes, deveria ter acontecido.
06. Como vocês definiriam o rock alternativo brasileiro?
Eu, particularmente, acho meio complicado o emprego do termo “alternativo”. É uma alternativa para quê? Soa como se houvesse um tipo de rock que é padrão, e que tivesse outro que serve como alternativa para esse padrão. Penso que todas as vertentes da música são alternativas umas das outras, então, se assim, o termo se torna redundante. Mas, por outro lado, também acho que as pessoas compreendem bem esse termo, por incrível que pareça. Acho que o entendimento aponta para uma interpretação de um rock que não foi atestado por uma gravadora, o que, por motivos óbvios, é muito comum no cenário independente. Para várias pessoas, isso remete a uma música mais visceral, por não ter a obrigação de passar por nenhum crivo de produtores ou algo do gênero. Então, acho que essa seria uma, dentre várias possíveis, definições do rock alternativo.
07. Uma mensagem para os freqüentadores do site Poucas e Boas da Mari.
E aí pessoal do Poucas e Boas da Mari! Se quiserem saber mais sobre o trabalho do Rocknova acessem www.rocknova.com.br. Lá, vocês poderão baixar o nosso CD e ter acesso a várias outras informações da banda. Um grande abraço a todos!
Fotos: Sérgio Rousselet e Kicko Campos
Quer ter a entrevista com o vocalista da banda Rocknova em seus arquivos? Clique aqui Entrevista com Gustavo Lago (para abrir o arquivo .pdf precisa ter o programa Adobe Reader – Imprima se necessário, preserve o meio ambiente)







