Luciana Mello e Simoninha em Ribeirão Preto (SP)
October 14, 2009 by Mari Valadares
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Luciana Mello é a próxima atração do Mabe
October 7, 2009 by Mari Valadares
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No dia 14 de outubro, às 21h, a cantora Luciana Mello sobe no palco do projeto Quartas Musicais Mabe, no Shopping Eldorado, em São Paulo.
Luciana interpretará canções como Prazer e Luz, entre outros sucessos dos álbuns Luciana Rodrigues, Assim que se Faz, Olha pra Mim, L.M. e Nêga.
SERVIÇO:
Local:
Teatro das Artes, no Shopping Eldorado
Endereço:
Av. Rebouças, 3970 – 3° piso, São Paulo
Dias e horários:
14 de outubro, quarta-feira, às 21h
Entrada:
Inteira R$ 50 – meia entrada R$ 25
Luciana Mello e Jair Oliveira gravam “O Samba me Cantou”
February 9, 2009 by Mari Valadares
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No dia 08 de fevereiro, domingo, os irmãos Luciana Mello e Jair Oliveira gravaram o dvd “O Samba Me Cantou, no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo. O projeto contou com a participação de Jair Rodrigues, Cláudio Lins, Skowa, Mariene de Castro e Anna Luiza.
No show foram reunidos clássicos do samba, como Desde que o Samba é Samba (Caetano Veloso), Ninguém Tem que Achar Ruim (Ismael Silva), Rosa (Pixinguinha e Otavio de Souza). Além dos clássicos, a dupla cantou sambas mais novos, como o Samba da Doca, de autoria de Jair Oliveira em parceria com o cantor Seu Jorge.
Vejam alguns momentos da gravação:
As imagens pertencem ao site Poucas e Boas da Mari. Proibida a cópia sem autorização
Entrevista com o percussionista Dalua
December 28, 2008 by Mari Valadares
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01. Dalua, você consolidou sua carreira como percussionista do lado de grandes nomes da nossa música brasileira: Lenine, Luciana Mello, Jair Rodrigues, Ana Carolina, Maria Rita e muito outros. Sua batucada e sua originalidade destacaram-se no meio dessas “feras”. Quais são os “ingredientes” desse sucesso?
Acho que um dos principais ingredientes foi ter o coração e a mente aberta para aprender sempre, pois não venho de família de músicos. Fui office boy, moto-boy, auxiliar de escritório, manobrista, motorista e segurança para chegar até aqui. Transitei por muitos estilos e vertentes da música brasileira e internacional e acredito que tudo isso foi formando a minha personalidade musical, ainda mais porque venho da capoeira , do samba de roda e tudo mais que envolve a cultura afro-brasileira. Mas ao mesmo tempo que tinha essas influências na rua, na capoeira, em casa ouvia-se de tudo um pouco. Meus pais ouviam Roberto Carlos, Bezerra da Silva, Elton Jonh, Sidney Magal, Luiz Gonzaga, Elis Regina, Jair Rodrigues e mais um monte de outras coisas que pareciam não fazer muito sentido para mim na época. Um exemplo, cito o meu irmão Anderson, que é um ano mais velho do que eu. Ele comprava os discos do AC/DC, Iron Maiden, Sex Pistols, Beatles, etc. Por aí nota-se que tenho influências bem variadas mesmo. (rs) Acho que isso é uma boa parte dos ingredientes, pois tudo isso que vi e vivi na música e fora dela também, me faz ser o que sou hoje… acredito eu… (rs)
02. Seu “comportamento” nos palcos foi algo que surgiu naturalmente?
Sim, com a experiência, a maturidade de saber que quando estou em qualquer palco com qualquer artista, somos um a um, todos iguais com muito respeito e dedicação para fazer com que a música brilhe em primeiro lugar… acredito que essa seja parte de minha função.
03. Você, com Elder Costa, Edy Trombone, Emílio Martins, Dr. Otávio e Marcelo Resende, formam a banda Ladodalua (ex-Tamboritau). A banda Ladodalua é seu primeiro trabalho independente. Como a banda foi criada?
Nossa, aí tem história (rs)… A idéia de fazer um trabalho assim foi sendo construída há mais ou menos três anos e meio. Estava ainda na primeira turnê com Maria Rita, e uma vez por semana realizava um encontro que se chamava “Dalua e convidados”, nos bares de minha cidade (Santo André). Toda semana, chamava músicos de vertentes distintas e misturava tudo, era livre mesmo, “jam session”. Vinha muita gente boa: Fabiana Cozza, Jair Rodrigues, Vânia Abreu, Dj Tubarão, Luciana Mello, Luiz Carlos da Vila, e mais um monte de outros grandes músicos, como o Paulinho Dafilin. Quando começou a ficar mais bacana, montei uma banda. Éramos em dez integrantes, com outro tipo de som e proposta, pois ainda continuava no clima de “vamos chegar e tocar”. Após um ano e pouco não deu certo (rs), pois naquele momento já havia percebido que queria algo diferente. Aí parei, percebi que tudo que havia feito antes me serviu como um grande laboratório para o que faço hoje. Da turma antiga só ficou o Marcelo Resende, que é meu parceiro não só na música, mas na vida há quinze anos. Comentei com o Elder que iria montar e dirigir uma nova banda, nem imaginava que ele toparia. Éramos amigos desde a primeira turnê de Ana Carolina. Ele se ofereceu, achei o máximo, pois queria mesmo era um guitarrista. (rs) Ganhei muito mais, pois o mineiro é danado de bom. E aí chamei o Edy, o Emílio, e por último o Dr.Otavio. Antes dele, já havia passado três grandes baixistas na banda, no qual sou muito grato e faço questão de lembrá-los – o Robson Passos, o Augusto Albuquerque e o Robinho Tavares…
Em relação a mudança de nome de Tamboritau para Ladodalua… No início da banda eu tinha uma sócia que era empresária e diretora artística, mas não deu certo e optamos em continuar com a banda e com um novo nome, pois o nome anterior ficou para ela. Foi mais ou menos isso. Juntei toda a experiência que adquiri ao longo de minha carreira e misturei com a experiência de todos com a minha direção, pois o foco principal da banda é a percussão…tudo nasce a partir dela, da batida.
04. O trabalho inicial da banda foi chamado de “Capoeira Street”. O que é a “Capoeira Street” e quais elementos a formam?
Como disse, venho da capoeira, no qual comecei aos seis anos de idade e jogo até hoje, sou contra-mestre. Essa foi a via que me trouxe até aqui. Foi pela capoeira que descobri não só a percussão, mas também boa parte dos meus valores, dos valores que acredito. Sendo assim, essa primeira fase do Ladodalua vem calçado de várias influências da capoeira, arte essa que vem ganhando o mundo. Mais de 150 países existem grandes capoeiristas “gringos” que jogam, tocam, cantam e falam português muito bem. Nossa arte, genuinamente brasileira, está fazendo a diferença no planeta e está presente em nosso show, pois além de termos três grandes capoeiristas em nosso show (o Curisco, o Wilian e o Jack ), eu também dou minhas “pernadas”. Acho que criei uma forma de fazer duas coisas que amo ao mesmo tempo, pois não é um show de capoeira é um show de música brasileira, com influências de tudo que ouvi e vi no mundo, e a capoeira está ali… na base!
05. O Ladodalua é uma banda basicamente intérprete, com algumas músicas autorais. “Saudade das Minas” é uma composição do grupo. Como ela foi criada, Dalua? Teve muitas divergências de idéias durante o processo de criação?
Divergência nenhuma… A banda é pura sintonia… “Saudade das Minas” foi criada por conta de um arranjo que estávamos preparando para uma outra música, e tudo já com as levadas definidas. Daí nasceu a idéia deixar o projeto inicial de lado e transformar nosso arranjo em uma música mesmo. Demos outro direcionamento e deu no que deu. São grandes músicos e grandes amigos reunidos e com um direcionamento. Gravamos apenas seis músicas ainda, e temos também a “Onde tem Tambor”, de Elder Costa, e na próxima fase de gravação teremos mais novidades autorais.
06. O primeiro aniversário do site, outubro de 2006, tive o prazer de entrevistar o cantor Jair Rodrigues. Em um dos nossos contatos, você disse que foi presenteado por conviver alguns anos com o mestre Jairzão. Mestre é aquele que ajuda a trilhar caminhos. De que forma, o cantor Jair Rodrigues ajudou a trilhar o seu?
Exemplo de humildade, força, fé, alegria, profissionalismo, respeito com os músicos e com seu público. Tudo isso com “muuuuuitoooo” talento e sem dúvida, muita bagagem. Ficaria aqui por muito tempo para falar desse amigo que me ensinou e me incentivou muito. Posso dizer que realmente convivi com ele por dois anos, no qual viajamos muito e nos deparamos com situações inusitadas. Ele sempre nos ensinou com sua simplicidade única!!! Salve Salve Mestre Jair Rodrigues…e é Capoeira!!!
07. Quais são as novidades do Dalua para 2009?
Para 2009 estamos com todo o gás para terminar o nosso CD e sair fazendo shows, pois estamos com empresária nova, a Juliana Funaro, que foi empresária de Maria Rita nas duas turnês que fiz, e agora estamos juntos novamente nessa nova fase da vida de ambos. Estou muito feliz e otimista.
08. Uma mensagem para os frequentadores do site Poucas e Boas da Mari.
Muita paz, respeito e generosidade com o próximo. Assim acredito que unidos vamos fazer sim um mundo melhor… e com muita música é claro. Beijos e abraços para todos e muito obrigado pelo espaço.
Atenciosamente Dalua

- Ladodalua
Luciana Mello e Jair Oliveira no Tom Jazz
September 7, 2007 by Mari Valadares
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“O Samba me Cantou”. Esse foi o nome do show que os irmãos Luciana Mello e Jair Oliveira apresentaram no dia 07 de setembro, no Tom Jazz, em São Paulo. No show, um projeto de samba, Luciana e Jair interpretaram várias gerações de “compositores e bambas”, para mostrar que “o samba não morreu e nunca morrerá”. Além de composições de Jair Oliveira, os irmãos cantaram músicas de Ismael Silva, Paulinho da Viola, Chico Buarque, Clara Nunes, Pixinguinha, Seu Jorge, entre outros. O PBM foi lá conferir. Assistiu a uma apresentação cheia de afinidade e beleza. E comprovou, que “quem não gosta de samba bom sujeito não é, é ruim da cabeça ou doente do pé”.
Veja alguns momentos do show “O Samba me Cantou”, com Luciana Mello e Jair Oliveira:
- Mari V. LM, Dê Fujimoto e Jair
Fotos: Mari Valadares, Dê Fujimoto, Ike Levy
Show Nêga – Citibank Hall
July 10, 2007 by Mari Valadares
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A cantora Luciana Mello lançou no último dia 10, o seu mais recente trabalho, o cd Nêga, em um show no Citibank Hall, em São Paulo. Logo no início, LM chegou desconcertando, cantando a música “Na Veia da Nêga”, composta por ela e pelo irmão Jair Oliveira. Além de “Na Veia da Nêga”, Luciana contagiou a platéia com as músicas “Passar Por Mim”, “Na Galha do Cajueiro”, “Rosas e Mel”, “Lágrimas de Diamantes”, “O Tal do Teu Beijo” e com seus antigos sucessos “Assim que Se Faz”, “Simples Desejo” e “Prazer e Luz”. Um dos pontos mais emocionantes foi quando a cantora cantou “Arrastão”, música de Edu Lobo e Vinícius de Moraes, eternizada na voz de Elis Regina. O show contou ainda com a participação do cantor Thalles, na música Bem-me-quer.
O Poucas e Boas da Mari não podia ficar fora dessa. Veja as fotos:
As imagens pertencem ao site Poucas e Boas da Mari. Proibida a cópia sem autorização.
























































