Festival Rock Feminino divulga bandas selecionadas para a nona edição

February 11, 2011 by Mari Valadares  
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A organização do Festival Rock Feminino divulgou a lista das bandas selecionadas para participar do evento em 2011, que ocontece nas cidades de Rio Claro, Cordeirópolis e Araraquara, interior de São Paulo.

Veja as programação completa:

IX Festival Rock Feminino, dia 19/03, às 12 horas, na antiga Estação Ferroviária de Rio Claro (SP), com as bandas: Mallu Magalhães, CW7, Othera, Festenkois, Oye, Tipo Uísque, Anoxika, Hai Kai, Lasívia, Mellinne, Bloodberry, Underbombs, Voltare e Sinestesia. Entrada 1 litro de leite longa vida.

Grito Rock Rio Claro, dia 26/03, às 13 horas, no Galpão do Lago Azul, em Rio Claro (SP), com as bandas: Mafalda Morfina, Vernate, Iansã, Perpetum Mobile e Outakes. Entrada 1 brinquedo.

Rock Feminino Cordeirópolis, dia 27/03, às 15 horas, na Praça da Matriz – Centro, com as bandas: Ìbis, Turne, Bloody Mary, Maquiladora, Fenícia e Drenna. Entrada 1 quilo de alimento não perecível.

 Rock Feminino em Araraquara, dia 02/04, às 15h30, no Teatro “Wallace Leal Valentin Rodrigues”, com as bandas: Devil’s Trap, Unknown, Gonna, Sinestesia, Curtametragem, Johnny Sue e Madame Ravel. Entrada 1 litro de leite longa vida.

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Banda Voltare que toca dia 19 de março em Rio Claro

Foto: Divulgação

Mallu Magalhães é confirmada para a 9ªEdição do Festival Rock Feminino de Rio Claro

January 19, 2011 by Mari Valadares  
Filed under Poucas e Boas Notícias


Mallu Magalhães está confirmada para a nona edição do Festival Rock Feminino

No dia 19 de março de 2011, a 9ª Edição do Festival Rock Feminino, de Rio Claro (SP), terá a presença de Mallu Magalhães, que se apresenta ao lado da banda CW7, a partir das 12 horas, na antiga Estação Ferroviária da cidade.

A programação da 9ª edição do evento terá início dia 12 de março e encerra no dia 03 de abril, englobando diversos segmentos artístico-culturais como a II Mostra de Cinema Sem Limites, II Mostra de Teatro “Fausto Brunini”, Mostra de Artes Visuais “A4 – Ações de Gênero”, Concurso Literário, Palestras, Workshops e Grito Rock Rio Claro.

 Foto: Divulgação

VIII Festival Rock Feminino em Rio Claro (SP)

March 14, 2010 by Mari Valadares  
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ESPECIAL VIII FESTIVAL ROCK FEMININO: Entrevista com Mari Segreto, baterista da banda Vernate

March 7, 2010 by Mari Valadares  
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ESPECIAL VIII FESTIVAL ROCK FEMININO: No dia 20 de março de 2010, acontece na cidade de Rio Claro (SP) a oitava edição do Festival Rock Feminino. O site Poucas e Boas da Mari vem acompanhando essa edição desde a fase inicial e não poderia deixar de entrevistar um dos destaques desse ano: a banda Vernate. Para responder as perguntas, convidamos a baterista da banda, Mari Segreto, que nos contou um pouquinho sobre a Vernate e as novidades que tem para esse ano. Confira a entrevista:

mari_individual01. Xará, a banda Vernate nasceu em 2008 na cidade de Itirapina (SP) e é formada por você na bateria; Ana, no baixo; Vane, no vocal; Mands e Bá, nas guitarras. Uma banda puramente feminina. Conte-nos como surgiu a banda.

Olá xará! (rsrs) Eu tinha acabado de terminar uma banda em Itirapina e conheci a Ana, baixista, de Rio Claro (SP). Nós estávamos montando uma banda, quando conheci a Mands, de São Carlos (SP), na internet e disse que procurávamos uma guitarrista. Começamos a ensaiar juntas, fizemos alguns shows e a vocalista saiu. Nisso, conheci a Vane, que era de Itirapina também e fiz o convite para ela ser a nova vocalista. Depois a banda evoluiu demais! Demos um salto imenso quando a Vane entrou na banda, mas ainda faltava alguma coisa no som… Uma amiga minha de São Paulo nos apresentou uma amiga que era guitarrista, a Bá, que tocava em outra banda. Uns meses depois, ela saiu e então a “roubamos” para a VERNATE! Desse dia então estamos com uma formação sem igual.

02. Sei que a escolha do nome da banda é um segredo de vocês. Por que guardar isso com vocês?

É bem difícil arrumar um nome para uma banda hoje em dia, creio que é a parte mais difícil, pois já tem bandas com todos os nomes possíveis. Tivemos nossa técnica para encontrar esse nome e prometemos não contar pra ninguém (rsrsrs), para não rirem da gente.

03. Em 2009, vocês lançaram o EP “Um sonho para quem?”. O que achou do resultado?  Faria alguma coisa diferente?

A gravação do cd ficou ótima! Os meninos do estúdio GR fizeram um trabalho incrível na produção das nossas músicas. Eu faria tudo exatamente igual, pelo menos a minha parte não tenho do que reclamar. Creio que as meninas também amaram cada parte. Nosso EP é totalmente independente, tudo dentro dele foi feito por nós: fotos, design e tudo mais. Espero que o próximo fique mais profissional, mas foi um trabalho em equipe e isso que vale a pena nele.

04. Não tem como não reconhecer o papel da mulher no rock, mas mesmo assim há um preconceito em relação a isso. Com dois anos de banda, qual o retorno do público, principalmente o masculino?

Sim, mesmo com todo o espaço já conquistado, ainda algumas pessoas não dão tanto valor por ser uma banda de meninas. Acham que só estamos no palco para aparecer, mas não é bem assim. Tocamos porque gostamos e isso faz parte do nosso futuro. Inclusive o machismo não vem só da parte dos garotos, muitas garotas gostam de bandas que os meninos são bonitinhos, então, não interessamos muito para elas (rsrs). Já estamos conquistando um espaço significativo, muita gente gosta da Vernate pela qualidade de som, pararam de ir aos shows só pra ver e começaram a ir pra ESCUTAR e isso nos motiva demais.
Há também um preconceito que é… não podem ter mais que uma ou duas bandas femininas em cena. Sempre a mídia pega só uma ou dizem “Ah, mas já tem uma banda feminina, para que outra?” Isso é ridículo! Pois até perco a conta de quantas bandas 100% masculina estão no mercado e não param de aparecer. Deviam ter umas 20 bandas femininas em cena.

05. A cidade de Rio Claro tem o Festival Rock Feminino, que este ano está na sua oitava edição. Qual é a importância de um festival específico para roqueiras?

vernate_novaEu acho o Rock Feminino uma forma de luta contra esse preconceito machista que ainda existe, além do que não tem só bandas 100% femininas, tem muitas bandas mistas, o que é muito bom, pois ninguém fica de fora, todo mundo (bandas que tenham pelo menos uma garota) tem uma chance de se apresentar. O festival mostra mulheres tocando diversos estilos, tem meninas tocando metal incrivelmente bem, “calando a boca” de muito “marmanjo”. Muitas bandas pop, alternativas, punk… e a mulherada marcando presença e representando o rock feminino na sua melhor forma.

06. Há uma tendência em bandas no geral ter uma influência.  Seguir influências seria uma forma das bandas ficarem em sua área de conforto e não ousarem? Ou é impossível não se espelhar em alguém?

Não acho impossível não se espelhar, mas é realmente bem difícil. Cada banda tem seu motivo para ter começado a tocar e na maioria dos casos foi espelhado em alguma banda ou cantor que se admira. Ter influências não quer dizer que ficamos presos a eles para sempre, as referências mudam e quando se começa a tocar e estudar acaba encontrando músicos geniais que se tornam suas novas influências. Acho que toda banda acaba ousando alguma vez, por essa mudança natural do ser humano. É difícil encontrar uma banda com uma boa estrada, em que o primeiro e o último cds são parecidos. Então, mesmo que exista esse conforto em continuar numa influência específica, ainda existe a evolução musical, pelos estudos e até mental, pela idade ou experiência de vida, e sem perceber você muda. O que eu gosto na Vernate são as diferenças, cada integrante gosta de uma coisa bem diferente da outra, vai do metal, rock’n’roll, pop/rock, power pop, alternativa, punk rock. E cada uma coloca sua influência dentro do seu instrumento. Vernate é uma “mistureba” e a gente “brinca” dentro disso. (rsrs)

07. Quais são as novidades para o ano de 2010?

2010 é o ano que promete! Estamos fazendo novas músicas e pretendemos gravar mais esse ano. Terá o lançamento do clipe “Distância”, onde trabalharemos em cima da divulgação dele e vamos dar um passo para entrar na mídia. Iniciaremos tudo isso no Rock Feminino de 2010, vai ser nossa entrada de ano (rsrs). Fora os shows em diversas cidades do interior de SP e também na capital paulista.

Fotos: Divulgação

Quer ter a entrevista com a Mari em seus arquivos? Clique aqui Entrevista Mari Segreto (para abrir o arquivo .pdf precisa ter o programa Adobe Reader – Imprima se necessário, preserve o meio ambiente)

Especial VIII Festival Rock Feminino – Veja as bandas classificadas para a 2ª fase

January 20, 2010 by Mari Valadares  
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Veja as bandas classificadas para a 2ª fase do VIII Festival de Rock Feminino, da cidade de Rio Claro (SP):

1.Ambient (São Paulo-SP)
2.Andrea Martins e Império dos Sonhos (Salvador-BA)
3.Angeli (Balneário Camboriú-SC)
4.Anoxika (São José dos Campos-SP)
5.Arcênica (Florianópolis-SC)
6.Babi Jaques e os Sicilianos (Recife-PE)
7.Bellame (Rio de Janeiro-RJ)
8.Belle (Porto Alegre-RS)
9.Bisk8 (São Paulo-SP)
10.Crucifixion (Porto Alegre-RS)
11.CW7 (São Paulo-SP)
12.Diáfanes (São Paulo-SP)
13.Drama Beat (São Paulo-SP)
14.Drenna (Rio de Janeiro-RJ)
15.Hell ‘o Bitch (São Paulo-SP)
16.Hovário (São Paulo-SP)
17.Izmália (Porto Alegre-RS)
18.Keys of the light (São Paulo-SP)
19.Mafalda Morfina (São Paulo-SP)
20.Maltines (Florianópolis-SC)
21.Morgan Le Femme (Porto Alegre-RS)
22.Move Over (Bauru-SP)
23.Noskill (João Pessoa-PB)
24.Othera (Paulínia-SP)
25.Paralleles (São Paulo-SP)
26.Paris Le Rock (São Paulo-SP)
27.Pondera (Porto Alegre-RS)
28.Revengin (Rio de Janeiro-RJ)
29.Sacrificed (Belo Horizonte-MG)
30.Subburbia (Curitiba-PR)
31.Super super (Goiânia-GO)
32.Underbombs (Itirapina-SP)
33.Undershower (São Paulo-SP)
34.Venus Voltz (Campinas-SP)
35.Vivian Roll (Rio de Janeiro-RJ)

Jurados da primeira fase: Carlos “Johnny”, proprietário da loja de CD’s e sebo Outras Histórias; Mari Valadares, jornalista e mantenedora do site Poucas e Boas da Mari; Ana Elisa Magalhães, instrumentista e crítica musical; André Winkel, guitarrista e publicitário; Amanda Delphino, organizadora do Festival Araraquara Rock; Carol Tokyu, produtora do Festival Contato em São Carlos; Luiz Carlos Curinga, Diretor de cultura de Rio Claro; Lourenço Favari, jornalista e pesquisador audiovisual; Favari Filho, jornalista e compositor.

Jurados da segunda fase: Fernanda Takai, Clemente, Heraldo Paarman, Verônica Freeman, Henrique Inglez de Souza, Paula Febbe, Flávia Biggs e Cristina Machado.

A oitava edição do festival acontece no dia 20 de março, na antiga Estação Ferroviária de Rio Claro, a partir das 12 horas. Mais informações: www.rockfeminino.org.

Especial VIII Festival Rock Feminino

January 17, 2010 by Mari Valadares  
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No dia 16 de janeiro de 2010, às 15h, aconteceu no Centro Cultural Roberto Palmari, em Rio Claro (SP),  a pré-seleção das bandas que participarão do VIII Festival Rock Feminino da cidade.

Dentre os jurados da pré-seleção estavam músicos, produtores, jornalistas, radialistas, críticos musicais e cineastas de Rio Claro e região.

Foram 112 bandas avaliadas pela qualidade da melodia; qualidade da letra musical; entrosamento musical entre os integrantes; qualidade musical de cada instrumento, separadamente; qualidade musical dos instrumentos em conjunto; e originalidade.

As bandas que passarem pela primeira avaliação serão julgadas pelos jurados nacionais, que definem quem toca na edição 2010. Os jurados nacionais são: Fernanda Takai, Clemente, Heraldo Paarman, Verônica Freeman, Henrique Inglez de Souza, Paula Febbe, Flávia Biggs e Cristina Machado.

A oitava edição do festival acontece no dia 20 de março, na antiga Estação Ferroviária de Rio Claro, a partir das 12 horas. Mais informações: www.rockfeminino.org.

Poucas e Boas Impressões

Participar da pré-seleção do Festival Rock Feminino foi uma experiência diferente. Fiquei muito feliz por ter sido convidada pela Vivian, organizadora do evento. Foi a primeira vez que fui jurada de um festival.

A ansiedade foi algo que me acompanhou antes das escolhas das bandas, primeiro porque avaliar o outro é algo muito complicado, mesmo isso sendo algo natural do ser humano. Vivemos de avaliações.  Segundo que a Vivian confiou a mim uma parte da seleção inicial do festival que ela organiza há 8 anos.

A pré-seleção durou cerca de quatro horas. As 112 bandas eram números para nós, não tinhamos os nomes de nenhuma delas para que não houvesse influência na votação.

Infelizmente não posso falar o que foi discutido entre os jurados, porque  ainda resta a seleção final, mas torço para que vença as bandas que souberam sair do limite de conforto, que souberam criar.

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