Poeta Cláudio Bento lança Jequitinhonha e Outros Poemas em BH

June 16, 2011 by Mari Valadares  
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No dia 21 de junho de 2011, às 19h, o poeta Cláudio Bento fará o lançamento do livro Jequitinhonha e Outros Poemas, no Godofredo Bar, em Belo Horizonte (MG).

O livro é uma bela homenagem em versos, onde o poeta canta e decanta sua cidade natal, sua paisagem ribeirinha, seus quintais, suas procissões,suas cavalgadas, seus carnavais, suas quermesses, seus folguedos, seus canoeiros, suas lavadeiras, seus tropeiros, sua gente marcada desol e de lua.

Além do lançamento do livro, terá apresentações musicais da cantora cubana Teresa Morales, Marcela Veiga, Dani Moraes, Milena Torres, Laiza Moraes, Marisa D`Carvalho. E recital de poesia com Gonzaga Medeiros, Tadeu Martins, Márcia Araújo, Brenda Marques, Clevane Pessoa e poetas presentes.

O Godofredo Bar fica na rua Paraisópolis 738 – bairro Santa Teresa.

 

Divulgação

 

Divulgação

Poeta Cláudio Bento lança Dois Poetas e uma Cidade em Salvador

January 17, 2010 by Mari Valadares  
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No dia 27 de janeiro de 2010, o poeta Cláudio Bento lança o livro Dois Poetas e uma Cidade, em Salvador (BA), dentro do projeto Quartas Poéticas, promovido Associação Poetas Na Praça.

O evento acontece no dia 27 de janeiro de 2010, às 16h, na Praça Nacional da Poesia – Praça da Piedade, centro histórico da capital baiana.

Convite – Lançamento do Livro “Dois Poetas e Uma Cidade” em BH

June 26, 2009 by Mari Valadares  
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No dia 30 de junho, às 19h, os poetas Cláudio Bento e Caio Duarte lançam o livro “Dois Poetas e Uma Cidade”, no Bar e Café Arrumação, em Belo Horizonte (MG).

No lançamento do livro, o público poderá prestigiar um recital de poesia, uma cantoria com os artistas do Vale do Jequitinhonha e também apreciar a culinária do Vale, além da apresentação especial de dança, com a bailaria Priscila Patta.

Participarão do recital Clevane Pessoa, Brenda Mars, Regina Mello, Gonzaga Medeiros, Tadeu Martins, Cláudio Bento, Yany Mabel, Clébia Vargas, Emiliana Neta e Rosa Helena. A cantoria ficará por conta de Carlos Farias, Wilson Dias, Luiz Rosa, Dani Moraes, Dalton e Vânia, Caio Duarte, Tau Brasil, Eldwin Mendes e Vicente Muzinga.
 

Seminário de Cultura Popular do Jequitinhonha, por Cláudio Bento

April 2, 2009 by Mari Valadares  
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O Poucas e Boas da Mari fez um convite ao poeta Cláudio Bento, ser os olhos do site no Seminário de Cultura Popular do Jequitinhonha. Com todo seu carinho e amizade, o poeta aceitou o convite. Leia e veja o que aconteceu no evento.  

O Vale do Jequitinhonha, região de maior expressão cultural do estado de Minas Gerais, agrega em suas manifestações uma gama enorme e diversificada no âmbito da cultura popular. São congados, folias de reis, catopês, bois de janeiro, marujadas, sem contar o rico artesanato produzido por seus artesãos, a música, a literatura e o teatro.

Foi com o intuito de fortalecer e organizar tão importante movimento popular, que o Instituto sóciocultural Valemais realizou nos dias 27, 28 e 29 de março na cidade de Itaobim, um seminário de cultura popular.

A mesa redonda intitulada Mestres do Jequitinhonha teve início com a fala da mestra bonequeira e uma das expressões mais importantes na arte da cerâmica, a artesã mundialmente conhecida, Dona Isabel, de Santana do Araçuaí. A mestra falou da sua experiência com o barro, da sua infância e da sua arte.

Frei Chico, fundador do Coral Trovadores do Vale, escritor, pesquisador, falou sobre a importância da cultura popular do Jequitinhonha. A mediação da mesa foi feita por Guilardo Veloso, fotógrafo e produtor cultural.

Alice Braga, da Faop – Fundação de Arte de Ouro Preto fez uma explanação a respeito do projeto Resgate Cultural no Jequitinhonha, enfocando a arte de ofícios em quatro cidades do vale : Araçuaí, Itinga, Jequitinhonha e Itaobim.

Tadeu Martins, poeta, cordelista, versou sobre a história do vale a partir da fundação do jornal Geraes e da realização do primeiro Festivale, durante a ditadura militar no Brasil.

No domingo os trabalhos foram abertos com um grande forró capitaneado por Balim da Sanfona, sanfoneiro de Itaobim. Após a festa de confraternização a mesa composta por Andréia Duarte, Lourival Brito, Maria de Loudes Amorim e o ditetor do Instituto Valemais, Vilmar oliveira, teve o objetivo de apresentar os resultados dos cursos de formação cultural realizados nas cidades de Turmalina, Jequitinhonha e Araçuaí. Os cursos de formação levaram informações de como escrever projetos culturais através das leis de incentivo à cultura, para centenas de pessoas do alto, do baixo e do médio Jequitinhonha. O seminário terminou com a formação de grupos de pessoas interessadas em implementar projetos de divulgação da cultura do vale.

Durante o seminário foi lançada a revista Nosso Canto Vale  Mais Jequitinhonha, acompanhada de um cd com músicas de artistas da região. As revistas foram distribuídas para as rádios e bibliotecas públicas do vale, como fonte de pesquisa.

Cláudio Bento,  poeta popular do Vale do Jequitinhonha

Poeta Cláudio Bento participa do Poetas na Praça em Salvador

March 13, 2009 by Mari Valadares  
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O poeta do Jequitinhonha (MG), Cláudio Bento, vai participar no dia 14 de março, próximo sábado, das comemorações do Dia Nacional da Poesia e a homenagem ao 162º aniversário de nascimento do poeta Castro Alves, em Salvador (BA).

O evento, chamado Poetas na Praça, possibilita o intercambio cultural vivo, trocando informações do que é de novo da nova linguagem poética.

Cláudio Bento fará uma leitura de poemas do livro que lançará em breve, “Espelho D`Àgua Da Memória”.
Programação
Local – Praça Nacional da Poesia ( Piedade )  Salvador, Bahia, Brasil

08 H.   Abertura da exposição dos artistas plástico, Paulo Cica e Bel Cica
09 H.   Recital dos Poetas na Praça
10 H.   Lançamento de livros e recital de poetas convidados
11 H.   Criançarte ( Trabalho pedagógico com crianças )
12 H.   Lançamento da Coletânea dos Poetas na Praça, em homenagem a Castro Alves
13 H.   Show musical – Voz e violão – Ricardo indiano 
            Distribuição de rosas, pôster, biografia de Castro Alves
14 H.   Show musical – Banda Eletroteck, Jazz, Blues
15 H.    Dança – Movimento In Cena – Vinicius In Bossa
16 H.   Show Folclórico – Grupo Iuna
17 H.   Recital aberto

Entrevista com a poeta Mariana Botelho

March 12, 2009 by Mari Valadares  
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No dia 14 de março é comemorado o Dia Nacional da Poesia. A data criada foi uma homenagem ao poeta brasileiro Antônio Frederico de Castro Alves (14/03/1847-1871). Para comemorar esse maravilhoso dia, o Poucas e Boas da Mari entrevistou a “poeta blogueira” Mariana Botelho. Mariana é formada em educação física, mas o interesse pela poesia surgiu de forma natural. A poeta publica seus poemas no blog Suave Coisa. Leia a entrevista na íntegra.

01. Mariana, você escreve poesias desde os 12 anos de idade.  Como surgiu o interesse por elas?

Mariana Botelho

Mariana Botelho

Surgiu de maneira muito natural, na escola mesmo, logo quando tive o primeiro contato com a literatura, com a possibilidade de criar e falar através dela. Ficava encantada com as histórias dos poetas clássicos. Adorava passar horas conversando com a moça da biblioteca. Não me esqueço do espanto dela quando eu procurei pela primeira vez um livro do Fernando Pessoa. Ela sorriu e perguntou: “é para o seu pai?”

02. Você é uma jovem poeta, mas escreve como “gente grande”. De onde vem essa maturidade na escrita?

A verdade é que ainda não me sinto madura na escrita. E espero que não me sinta nunca (rs). Acho que há uma maturidade relativa, mas isso acaba acontecendo mesmo com quem escreve e é sempre muito bom quando notamos que isso acontece. Eu enxuguei minha poesia e acho que o poeta sempre ganha com isso. Mas aprendi lendo outros poetas e, principalmente convivendo com outros poetas, ouvindo o que eles têm a dizer. Ainda ouço e pra mim é sempre enriquecedor.

03. Quais são suas influências e qual (is) dela(s) “aparece(m)” com frequência em seus versos?

Hoje é difícil eu mesma perceber as influências no que escrevo. Há uns quatro anos, eu diria que o Quintana, sem dúvida, estava presente na minha poesia. Hoje já não o vejo, mas vejo muitos outros se misturando à minha escrita. Não tenho dúvida que se pudesse ver traços do poeta mineiro Adair Carvalhais Jr. em diversos poemas meus. Comecei a ler e fiquei mesmo impressionada com o ritmo do poema dele, com a lapidação que ele dá ao poema. Foi uma redescoberta da poesia. Agora, já absorvi um bocado dessa influência também e acho que coloquei, nessa influência, minha identidade.

04. Como “vem” a inspiração para a sua construção poética? Ou é somente “construção”?

Vem de olhar e absorver. Vem do espanto com as coisas. Há espanto em sentir, perceber-se sentindo, aceitar isso. Um dia, quando acordava, abri a janela e me espantei com aquela vista. Disse: “meu Deus! Como posso ter isso na minha janela?” Nasceu um poema na mesma hora. Acho que a última coisa que eu penso é na “construção”. O poema vem de um gole, se derrama de uma vez só e é uma sensação sem par. Depois de um tempo releio, tento me afastar dele pra ver se posso mexer em alguma coisa. Dificilmente eu mexo ou mudo alguma coisa, ainda não aprendi a paciência pra lapidar o poema.

05. Poeta de internet, você publica seus textos no blog “Suave Coisa” (http://quelevequenada.blogspot.com/). Haveria outra possibilidade de publicação caso não houvesse esse meio tecnológico? As editoras fecham “os olhos” para novos talentos ou para essa vertente literária?

Acho que nunca pensei nisso. A idéia do blog surgiu mesmo entre amigos que gostavam de escrever e moravam longe. Mas eu sempre fui muito tímida, então não pensava mesmo em publicar num outro lugar. Só agora amadureço a idéia de um livro, nunca me senti pronta pra isso. Talvez houvesse outros meios: algum jornal com uma coluna literária. Mas não sei mesmo dizer. A questão das editoras é com os leitores, creio eu. Poesia não é sempre uma leitura fácil, não é o que as pessoas mais procuram. A questão é comercial.

06. Como encarou a nova regra ortográfica brasileira, já que você é uma artista que brinca com as palavras?

Ainda não aderi ao acordo ortográfico (rs). Vai ser bem difícil acostumar com essas mudanças, a meu ver, um tanto inúteis. Se eu ou você pegássemos um livro de Portugal, certamente entenderíamos sem problemas.

07. Em uma entrevista para o PBM, o poeta Cláudio Bento disse que um dos problemas para as crianças e jovens não se sensibilizarem mais com a poesia está na falta de incentivo dos professores e também do poder público. Você concorda com a opinião do poeta?

Sua formação escolar contribuiu para com o seu gosto pela poesia?Concordo, sim. Há pouco incentivo. As pessoas precisam ter contato para gostar, muita gente pouco ouve falar do assunto. É um grande círculo vicioso. Os pais não tiveram incentivo, os filhos não terão. Minha formação escolar contribuiu, eu tive duas professoras em especial, que eram apaixonadas por poesia e apreendi um pouco disso. Mas meu pai me fazia ler em casa, me falava sobre alguns poetas e eu ficava curiosa, buscava mais. Acho que o problema não é da escola em si, mas da educação de um modo geral. Enfim, creio que há vários fatores que interferem nisso.

08. Quem lê poesia hoje?

Poucas pessoas. Quem escreve, quem estuda, quem cresceu aprendendo a gostar. Com exceções de quem descobriu que tem sensibilidade pra poesia depois de grande…

09. Uma mensagem para os frequentadores do site Poucas e Boas da Mari.

Um abraço a todos e… leiam poesia!

Fotos: Divulgação

Quer ter a entrevista com a poeta Mariana Botelho em seus arquivos? Clique aqui entrevista-com-mariana-botelho (para abrir o arquivo .pdf precisa ter o programa Adobe Reader – Imprima se necessário, preserve o meio ambiente)

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