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	<title>Poucas e Boas da Mari &#187; cinema</title>
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	<description>Mari Valadares traz entrevistas e informações culturais</description>
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		<title>Veja a programação do Sesc Pompéia desta semana (20 a 26 de abril)</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 01:19:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Valadares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poucas e Boas Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[gal costa]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[SESC POMPEIA APRESENTA PROJETO TRILHANDO
 
Com o cineasta Bruno Barreto, o jornalista Cunha Junior, o diretor musical Lucas Santanna e os cantores Gal Costa e Márvio, projeto é realizado nos dias 24, 25 e 26 de abril
Nos dias 24, 25 e 26 de abril (sexta-feira e sábado, às 21h e domingo, às 18h), o SESC Pompeia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.poucaseboasdamari.com/wp-content/uploads/2009/04/foto0511.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1906" title="foto0511" src="http://www.poucaseboasdamari.com/wp-content/uploads/2009/04/foto0511.jpg" alt="" width="277" height="280" /></a>SESC POMPEIA APRESENTA PROJETO TRILHANDO<br />
</strong> <br />
<strong>Com o cineasta Bruno Barreto, o jornalista Cunha Junior, o diretor musical Lucas Santanna e os cantores Gal Costa e Márvio, projeto é realizado nos dias 24, 25 e 26 de abril</strong></p>
<p>Nos dias 24, 25 e 26 de abril (sexta-feira e sábado, às 21h e domingo, às 18h), o SESC Pompeia realiza o projeto Trilhando, que tem como proposta convidar um diretor nacional de grande importância cinematográfica para falar sobre seu trabalho e referências musicais em sua obra.<br />
 <br />
O projeto apresenta ao vivo trilhas sonoras que marcaram a vida do cineasta convidado e músicas que foram referência no processo de criação, tanto na pré quanto na pós-produção de seus filmes. A apresentação musical intercala o bate papo com o diretor.<br />
 <br />
Com direção musical de Lucas Santtana, a primeira edição do projeto Trilhando traz o jornalista e apresentador do programa Metrópolis da TV Cultura, Cunha Junior, num bate-papo com o diretor de ‘Dona Flor e Seus Dois Maridos’ (1976) e ‘Última Parada 174’ (2008), Bruno Barreto. O acompanhamento musical será feito pela “orquestra” Seleção Natural e as vozes que interpretarão músicas como ‘Um trem para as estrelas’, ‘Esses moços pobres moços’ e ‘La cancion del final del mondo’, dando vida às trilhas sonoras, são do cantor Márvio, vocalista da banda carioca Cabaret, e da diva, Gal Costa, cuja voz reflete os caminhos da música popular brasileira. </p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Serviço </strong></span><br />
Dias 24, 25 e 26  de abril. Sexta-feira e sábado, às 21h e domingo, às 18h.<br />
Teatro – Classificação indicativa: 10 anos<br />
Ingressos: R$ 10 a R$ 40<br />
Lotação: 778 pessoas<br />
Duração: 90 minutos</p>
<p><strong>SESC POMPEIA APRESENTA RAPPER “DE LEVE”</strong></p>
<p><strong>Com CD intitulado “De Love”, o rapper participa do projeto Plataforma</strong></p>
<p>No dia 30 de abril (quinta-feira), às 21h, a Choperia do SESC Pompeia recebe o rapper De Leve. O show faz parte do projeto Plataforma, que lança CDs e DVDs de artistas e bandas. O cantor traz ao público seu mais recente trabalho, “De Love”, gravado em 2008.<br />
<strong><br />
Serviço </strong><br />
Dia 30 de abril de 2009. Quinta, às 21h.<br />
SESC Pompeia (Choperia)<br />
Ingressos: R$ 4,00 a R$ 16,00<br />
Lotação: 800 pessoas<br />
Duração: 90 minutos</p>
<p>Não é permitida a entrada de menores de 18 anos.<br />
Telefone para informações: (11) 3871-7700</p>
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		<title>Estômago recebe 5 prêmios no &#8220;Grande Prêmio Vivo do Cinema Brasileiro&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 21:54:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Valadares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poucas e Boas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[filme estômago]]></category>
		<category><![CDATA[grande prêmio vivo do cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[O filme Estômago, dirigido por Marcos Jorge, recebeu cinco premiações no &#8220;Grande Prêmio Vivo do Cinema Brasileiro&#8221;, na última terça-feira, dia 14, no Espaço Vivo Rio, na capital fluminense.
Além do prêmio de Melhor Longa-metragem de Ficção Nacional, Estômago levou o de Melhor Longa-metragem Nacional pela votação do público, Melhor Diretor, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Roteiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.poucaseboasdamari.com/wp-content/uploads/2009/04/estomago.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1889" title="estomago" src="http://www.poucaseboasdamari.com/wp-content/uploads/2009/04/estomago.jpg" alt="" width="206" height="300" /></a>O filme Estômago, dirigido por Marcos Jorge, recebeu cinco premiações no &#8220;Grande Prêmio Vivo do Cinema Brasileiro&#8221;, na última terça-feira, dia 14, no Espaço Vivo Rio, na capital fluminense.</p>
<p>Além do prêmio de Melhor Longa-metragem de Ficção Nacional, Estômago levou o de Melhor Longa-metragem Nacional pela votação do público, Melhor Diretor, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Roteiro Original</p>
<p>Por onde passou, o filme recebeu boas críticas. Estômago foi definido pela imprensa francesa como &#8220;original, insolente e politicamente incorreto, uma feroz parábola de poder&#8221;.</p>
<p><strong><span style="color: #008080;">Informações:</span></strong> Assessoria de Imprensa</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cine Santander Cultural exibe o filme brasileiro Nome Próprio</title>
		<link>http://www.poucaseboasdamari.com/2009/03/cine-santander-cultural-exibe-o-filme-brasileiro-nome-proprio/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 12:13:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Valadares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poucas e Boas Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[cine santader cultural]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
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		<description><![CDATA[
O filme do diretor Murilo Salles é baseado no livro “Máquina de pinball”, da escritora gaúcha Clara Averbuck
O Cine Santander Cultural, de Porto Alegre (RS),  exibe o filme Nome Próprio, de Murilo Salles, de 31 de março a 5 de abril. O longa é uma obra em sintonia com as questões que brotam na atualidade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.poucaseboasdamari.com/wp-content/uploads/2009/03/nomeproprio031.jpg"><img class="size-medium wp-image-1709  alignleft" title="nomeproprio031" src="http://www.poucaseboasdamari.com/wp-content/uploads/2009/03/nomeproprio031.jpg" alt="" width="300" height="169" /></a></p>
<p>O filme do diretor Murilo Salles é baseado no livro “Máquina de pinball”, da escritora gaúcha Clara Averbuck</p>
<p></strong><span style="color: #000000;">O Cine Santander Cultural, de Porto Alegre (RS),  exibe o filme <strong>Nome Próprio</strong>, de Murilo Salles, de 31 de março a 5 de abril. O longa é uma obra em sintonia com as questões que brotam na atualidade, como a da cultura dos blogs.</p>
<p>Filmado em formato digital e com fotografia assinada pelo próprio diretor, Nome próprio é baseado no livro Máquina de Pinball, da gaúcha Clarah Averbuck. Leandra Lea, atriz brasileira que atua no cinema, na televisão e no teatro, interpreta a protagonista Camila.</p>
<p>Nome Próprio conta a história de uma jovem mulher, intensa, complexa e corajosa que dedica a vida à sua paixão, escrever. O filme mostra o olhar de uma personagem feminina que encara abismos e, assim, retira a força que necessita para existir. Para Camila, a vida floresce das cicatrizes de seu processo de entrega absoluta e vertiginosa.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong><br />
Serviço <br />
Endereço Santander Cultural:</strong> <span style="color: #000000;">Rua Sete de Setembro, 1028 – Centro – Porto Alegre &#8211; </span><span style="color: #000000;"><font color="#000000"><font color="#000000"><a href="http://www.santandercultural.com.br">www.santandercultural.com.br</a></font></font></span><font color="#000000"><a href="http://www.santandercultural.com.br"></a></font></span><a href="http://www.santandercultural.com.br"><br />
</a><span style="color: #000000;"><strong>Data:</strong> 31 de março a 5 de abril<br />
</span><span style="color: #000000;"><strong>Horários:</strong> </span><span style="color: #000000;">14h30, 16h45, 19h00<br />
<strong>Ingressos:</strong> R$ 6,00 (preço único)<br />
Pessoas acima de 60 anos, estudantes e clientes do Santander e Banco Real: R$ 3,00</p>
<p><span style="color: #008080;"><strong>Texto:</strong></span> Assessoria de Imprensa</span></p>
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		<title>CCBB &#8211; Rio comemora 100 anos do cinema polonês</title>
		<link>http://www.poucaseboasdamari.com/2009/02/ccbb-rio-comemora-100-anos-do-cinema-polones/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 22:33:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Valadares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poucas e Boas Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[ccbb-rio]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Informações: Ass. de Imprensa
Em comemoração aos 100 anos da indústria cinematográfica na Polônia, o CCBB &#8211; Rio apresenta pela primeira vez no Brasil e com curadoria da Embaixada Polonesa 14 trabalhos de destaque que retratam o panorama de um século do cinema polonês.
Ilustra sua riqueza, criatividade e aspectos específicos da criação em várias épocas. Os filmes  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><span style="color: #008080;">Informações: </span><span style="color: #008080;">Ass. de Imprensa</span></strong></p>
<p><a href="http://www.poucaseboasdamari.com/wp-content/uploads/2009/02/ccbb.jpg"><strong><img class="alignright size-medium wp-image-1257" title="ccbb" src="http://www.poucaseboasdamari.com/wp-content/uploads/2009/02/ccbb.jpg" alt="" width="181" height="126" /></strong></a>Em comemoração aos 100 anos da indústria cinematográfica na Polônia, o CCBB &#8211; Rio apresenta pela primeira vez no Brasil e com curadoria da Embaixada Polonesa 14 trabalhos de destaque que retratam o panorama de um século do cinema polonês.</p>
<p>Ilustra sua riqueza, criatividade e aspectos específicos da criação em várias épocas. Os filmes  foram realizados por cineastas reconhecidos mundialmente, como Wajda, Zanussi, Jakimowski, Bugajski e Kawalerowicz.</p>
<p><strong>Programação:<br />
</strong> - O Homem obstinado, de Henryk Szaro, (Mocny cz?owiek, Polônia, 1929), P&amp;B, Filme mudo, 78 min. Dias 10 e 18. Livre.</p>
<p> - Tchau, até amanhã, de Janusz Morgenstern (Do widzenia, do jutra, Polônia, 1960), P&amp;B, 80 min. Dias 10 e 18. 16 anos.</p>
<p> - O Faraó, de Jerzy Kawalerowicz (Faraon, Polônia, 1965), Cor, 175 min. Dias 11 e 12. 16 anos.</p>
<p> - Hotel Pacífico, de Janusz Majewski (Zakl?te rewiry, Polônia/Tchecoslováquia, 1975), Cor, 95 min. Dias 12, 19 e 27. 16 anos</p>
<p> - Mimetismo, de Krzysztof Zanussi (Barwy ochronne, Polônia, 1976), Cor, 96 min. Dias 12, 19 e 26. 16 anos.<br />
 <br />
 - O Interrogatório, de Ryszard Bugajski (Przes?uchanie, Polônia, 1982), Cor, 111 min. Dias 13, 26 e 28. 18 anos.</p>
<p> - A Dívida, de Krzysztof Krauze (D?ug, Polônia, 1999), Cor, 97  min.Dias 13 e 20. 18 anos.</p>
<p> - Terra Prometida, de Andrzej Wajda (Ziemia obiecana, Polônia, 1974 – nova versão 2000), Cor, 136 min. Dias 13 e 21. 16 anos.</p>
<p> - Sexmissão, de Juliusz Machulski (Seksmisja, Polônia, 1983), Cor, 116 min. Dias 14 e 20. 16 anos.</p>
<p> - O Meirinho, de Feliks Falk (Komornik, Polônia, 2005), Cor, 93min.Dias 15 e 25. 16 anos.</p>
<p> - Praça do Salvador, de Joanna Kos-Krauze e Krzysztof Krauze (Plac zbawiciela, Polônia, 2006), Cor, 105 min. Dias 15 e 27. 18 anos.</p>
<p> - Jasminum, de Jan Jakub Kolski, com Janusz Gajos (Jasminum, Polônia, 2006), Cor, 107 min. Dias 15 e 20. Livre.</p>
<p> - Truques, de Andrzej Jakimowski, (Sztuczki, Polônia, 2007), Cor, 95 min. Filme baseado em motivos autobiográficos. Dias 17, 22 e 25. Livre.</p>
<p> - Ladies, de Tomasz Konecki (Lejdis, Polônia, 2008), Cor, 134 min. Dias 17 e 27. Livre.</p>
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		<title>Entrevista com Roberto Sadovski, diretor, editor e crítico da revista SET</title>
		<link>http://www.poucaseboasdamari.com/2007/01/com-roberto-sadovski-diretor-editor-e-critico-da-revista-set/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Jan 2007 03:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Valadares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poucas e Boas Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[oscar]]></category>
		<category><![CDATA[revista set]]></category>

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		<description><![CDATA[01. Roberto, você é diretor, editor e crítico da revista especializada em cinema, “SET”. Como são feitas suas críticas? Vai muito do gosto pessoal?
Uma crítica nunca será uma opinião imparcial, ela equilibra a habilidade e o repertório de quem a escreve. Do mesmo modo não existe fórmula para analisar um filme. Ou seja, não há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.poucaseboasdamari.com/wp-content/uploads/2008/11/roberto_sadovski2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-547" title="roberto_sadovski2" src="http://www.poucaseboasdamari.com/wp-content/uploads/2008/11/roberto_sadovski2.jpg" alt="" width="179" height="266" /></a>01. Roberto, você é diretor, editor e crítico da revista especializada em cinema, “SET”. Como são feitas suas críticas? Vai muito do gosto pessoal?</strong></p>
<p>Uma crítica nunca será uma opinião imparcial, ela equilibra a habilidade e o repertório de quem a escreve. Do mesmo modo não existe fórmula para analisar um filme. Ou seja, não há um denominador comum. É “gosto pessoal”, sim, misturado com dezenas de outras coisas. Filme não é ciência exata. E nem crítica cinematográfica.</p>
<p><strong>02. Vamos falar de cinema brasileiro. Em 1997, nosso cinema completou 100 anos. Qual a sua opinião sobre o cinema brasileiro depois de 10 anos do seu centenáro?</strong></p>
<p>Caminhando mais firme e abrindo portas importantes, como a participação de majors na produção de filmes brasileiros. O mais importante, entretanto, é uma mudança de geração, da mentalidade de quem faz cinema, agora mais jovem, mais pop e menos presa a certos vícios.</p>
<p><strong>03. Os filmes nacionais, na sua maioria, mostram cenas de violência, miséria, pobreza do nosso país. Você considera isso negativo para o Brasil?</strong></p>
<p>Negativo para o Brasil é perder a Copa! Violência, miséria e pobreza existe na cinematografia de dezenas de países. Os cineastas brasileiros ainda imprimem o que nós somos em seu trabalho. O que não é ruim, só carece de equilíbrio. Nem tudo precisa ser documental.</p>
<p><strong>04. Há uma alternativa para aumentar a bilheteria de filmes brasileiros sem que eles precisem ser essencialmente comerciais?</strong></p>
<p>Todo filme é “essencialmente comercial”. Filme é um brinquedo caro, não pode ser feito sem planejamento e – o mais importante – sem a mínima preocupação não só de retorno financeiro, mas também a preocupacão de que ele encontre seu público. Não existe “alternativa”, existe filmes bons ou ruins, seja de que gênero eles sejam.</p>
<p><strong>05. O filme “Turistas”, dirigido por John Stockwell, mostra um grupo de turistas norte-americanos que caem no golpe do “Boa Noite Cinderela” e são roubados e torturados, em viagem ao Rio de Janeiro. O filme criou polêmica e houve várias tentativas de calotes via internet. Você não acha que essa polêmica não gerou uma propaganda maior para “Turistas”, ao invés de prejudicar sua bilheteria no Brasil? </strong></p>
<p>Acho que só os brasileiros vão se divertir com Turistas, que não traz absolutamente nada de desabonador para o Brasil. É só um filme de terror, e dos ruins. Na verdade, ele escorrega numa “denúncia social” furada. Mas tem sangue, quem é fã do gênero tem de assistir! Já a “polêmica’ vem de gente que usa o ufanismo exagerado pra fazer muito barulho por nada. O distribuidor deve estar adorando, já que ganhou mídia pro filme.</p>
<p><strong>06. No jornal Folha de S. Paulo, do dia 19 de janeiro, o crítico Cássio Starling Carlos afirma que o “cult” muitas vezes não passa de “trash” (lixo) disfarçado, falando sobre o filme “12 Horas até o Amanhecer”, filmado no Brasil e dirigido pelo norte-americano Eric Season, que estreou direto nas locadoras. Você concorda com o crítico?</strong></p>
<p>Nenhum filme nasce cult, ele torna-se cult. Eu não vi o filme, não posso concordar ou discordar de sua opinião num nível básico. Mas às vezes eu prefiro a companhia de um trash divertido do que a de um cult entojado.</p>
<p><strong>07. No último dia 15, foram conhecidos os premiados pelo Globo de Ouro. Teve alguma surpresa, Roberto? Ou já era esperado que Babel ganhasse como melhor filme? </strong></p>
<p>Infelizmente não teve surpresas. Na verdade, foi a festa do Globo de Ouro mais previsível e enfadonha dos últimos<br />
tempos! Babel é um filme ok, mas sua premiação mostra que muita gente não assistiu e preferiu seguir a opinião dos amigos.</p>
<p><strong>08. O Globo de Ouro é uma prévia para o Oscar? Ou a escolha de uma premiação não interfere na outra?</strong></p>
<p>Toda premiação interfere na outra, principalmente nessa época do ano. Isso vale também para a preguiça de muitos votantes, que não assistem aos filmes e seguem a maioria. Só isso pra explicar a ausência de Filhos da Esperança da maioria das escolhas do ano.</p>
<p><strong>09. No editorial da “SET”, do mês de janeiro (2007), você escreve sobre o site “You Tube” (</strong><a href="http://www.youtube.com"><strong>http://www.youtube.com</strong></a><strong>). Você afirma que grandes estúdios estão caprichando para que a ida ao cinema seja um espetáculo, para que esse tipo de site não consiga diminuir o público nos cinemas. O You Tube e outros sites de vídeos são realmente uma grande ameaça para os estúdios cinematográficos? Ou há um pouco de exagero nessa história?</strong></p>
<p>Não é exagero acreditar no poder de outras mídias, mas é exagero achar que alguém prefira assistir a “filmes” no YouTube – a imagem ainda é muito ruim! Mas o YouTube aponta para o futuro, e é bom os exibidores correrem atrás das novidades.<br />
Ainda assim, não acredito que quem goste realmente de cinema abra mão de assistir a um filme na tela grande.</p>
<p><strong>10. Foi aprovado em primeira instância pela Câmara Municipal de Belo Horizonte – MG o Estatuto do Cinéfilo, criado pelo vereador Délio Malheiros (PV). O estatuto propõe a obrigatoriedade de exibição do filme anunciado independentemente do número de espectadores, a proibição de mudança na programação antes de 24 horas, o confisco de aparelhos celulares na entrada das salas, entre outros benefícios. Isso é um passo importante para acabar com a falta de respeito dentro dos cinemas?</strong></p>
<p>Infelizmente, no mundo inteiro existem pessoas bem educadas e pessoas mal educadas. Se for preciso uma lei para impedir celulares, por exemplo, então que seja.</p>
<p><strong>11. Para finalizar, dê uma dica de filme para os freqüentadores do site Poucas e Boas da Mari. </strong></p>
<p>O melhor filme que vi em 2006 foi O Labirinto do Fauno, a fantasia de Guillermo Del Toro. É um bom exemplo de cinema pensado como cinema, original, criativo e vigoroso. Uma beleza!</p>
<p><a href="http://www.poucaseboasdamari.com/wp-content/uploads/2008/11/indicados.jpg"><span style="color: #000000;"> </span></a></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Fotos: </strong>Divulgação</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Quer ter a entrevista com o Roberto Sadoviski em seus arquivos? Clique aqui  <a href="http://www.poucaseboasdamari.com/wp-content/uploads/2007/01/Entrevista-com-Roberto-Sadovski.pdf">Entrevista com Roberto Sadovski</a> <span style="color: #ff0000;">(para abrir o arquivo .pdf precisa ter o programa Adobe Reader &#8211; Imprima se necessário, preserve o meio ambiente)</span></strong></span></p>
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